top of page
Buscar


Como identificar o potencial criativo do seu filho: sinais que muitas vezes passam despercebidos
Quando se fala em criatividade, muitas pessoas ainda imaginam uma criança que desenha muito bem, toca um instrumento precocemente ou demonstra habilidades artísticas extraordinárias desde cedo. Essa ideia é tão comum que muitos pais acabam associando criatividade apenas a resultados visíveis. No entanto, a ciência tem mostrado que a criatividade é muito mais ampla e complexa do que isso.
studiolarth
31 de mai.5 min de leitura


Seu filho ou sua filha não precisa nascer “talentoso(a)”: como ambiente, estímulo e educação moldam artistas
Durante muito tempo, a ideia de “talento” dominou a forma como muitas pessoas enxergavam a arte. Alguns nasceriam naturalmente criativos, enquanto outros estariam limitados por uma suposta falta de dom. Hoje, porém, diferentes áreas do conhecimento começam a questionar profundamente essa visão.
studiolarth
18 de mai.4 min de leitura


Neuroplasticidade na arte: como desenho e pintura reorganizam o cérebro humano
Durante grande parte do século XX, predominou na ciência a ideia de que o cérebro humano era relativamente rígido após a infância. Acreditava-se que, depois de certo estágio do desenvolvimento, as conexões neurais se estabilizavam e o cérebro passava apenas por um processo gradual de perda funcional ao longo da vida.
Hoje, a neurociência demonstra exatamente o contrário.
studiolarth
12 de mai.4 min de leitura


Atividades criativas podem rejuvenescer o cérebro em até 7 anos, aponta estudo, e o que isso revela sobre arte e desenvolvimento
Nos últimos anos, uma linha crescente de pesquisas tem apontado algo que, intuitivamente, muitos educadores já percebiam: o ambiente em que a criança vive influencia diretamente seu desenvolvimento físico, cognitivo e emocional.
studiolarth
29 de abr.4 min de leitura


O artista do futuro: habilidades que realmente vão importar
Imagine seu filho crescendo em um mundo em que imagens são produzidas em segundos, estilos são replicados por algoritmos e a execução técnica deixou de ser uma barreira. Nesse cenário, a pergunta não é mais quem sabe fazer, mas quem sabe pensar o que faz.
A inquietação é legítima: se máquinas já desenham, pintam e compõem, qual é o lugar do artista humano?
studiolarth
19 de abr.4 min de leitura
bottom of page
